terça-feira, 26 de junho de 2007

Jardim


Jardim



Dentro da igreja que freqüento, existe um lindo jardim, e neste sábado que se passou, fiquei observando-a, coisa que nunca tivera feito antes. O jardim de dentro da igreja é lindo, com suas rosas, com suas folhas, com suas pedras, com sua vida que passa para a igreja, sem notarmos. Na ocasião, fiquei a imaginar, nós é que somos o verdadeiro jardim da igreja. Uns são as rosas, outro as pedras, e há ainda a terra. As rosas representam aqueles irmãos que querem somente o brilho, querem somente aparecer, seja com sua forma de vestir, seja da suas forma de tratar o outrem. Existem as pedras, representada por aqueles, que em tudo coloca obstáculos, coloca pedras no caminho de todos. Existe a terra, todo bom jardim começa com uma boa terra, é, pois através dela que surgem as rosas, surge à vida em si no jardim, assim eu quero ser esta terra rica, forte, responsável por tudo, mesmo sem ser notada. E você, quer ser o que no Jardim de Deus?

Ninho dos Bichos

Ninho dos Bichos

Bem, como sempre estou à lembrar dos momentos que passo os camporis, quero agora, passar-lhe mais este momento. Lembro-me como se fosse ontem ainda, grande campori, com presença dos melhores e bem estruturados clubes do Brasil. Como é bom ter a presença desses grandes clubes, afinal, mais do que um simples acampamento, mais do que um campori, é um curso, é grande oportunidade de aprendizagem que podemos adquirir com estes. Sábado de campori. Nesse dia é mais sossegado, logo, eu tiro-o para visitar os acampamento. Uns, são verdadeiras áreas digna de um clube de Desbravador, limpeza, organização, enfim, tudo nos conformes, já outros, é totalmente o oposto. Lembro-me de um clube, que por questão de ética, não irei citar o nome, era um verdadeiro lixão a área de acampamento. Quanto entrei na área para visitar, conhecer, e tal, deparei-me com um clube em estado que sabe lá Deus, que palavra posso colocar para descrever. Fiquei mais enterdiante com o estado em que se encontravam as barracas. Perguntei ao líder: Os que dormem aqui, são bichos de onde? No mínimo, pensei comigo, bichos irracionais. O líder, mais do que depressa, explicou. Sabe, é que não tivemos tempo de arrumar, e outra, hoje é sábado. Olhei nos olhos dele e disse: Primeiro, porque não levantam cedo para arrumar? Segundo, só porque hoje é sábado, não é motivo para se viver em sujeira. A “barraca” – se assim podemos chamar – estava tudo desarrumado, meias, cuecas, calça, camiseta, enfim tudo fora da mala, sem contar, os papeis de bala, a embalagens das bolachas, o barro, os sapatos dentro da barraca, as toalhas penduradas na longarina, estava uma anarquia, em verdadeiro ninho de bichos. Pois, não é possível que um ser humano, consiga conviver nesse estado. A organização, irmão desbravadores, deve ser a “sustância” de suas vidas. Nós somos aquilo que refletimos nas simples coisas. Uma barraca desorganizada, demonstra que a diretoria, não sabe a essência do Desbravadores; o diretor, não tem voz de comando; os desbravadores deste clube, nada estão aprendendo; o respeito mutuo, para com o amigo, não existe; liderança despreparada; adolescentes, crescendo imaturos, sem educação, sem compreender o que é ser um cidadão. A barraca, meus caros, demonstra muito mais do que possa imaginar. Que tal arruma-la corretamente na próxima vez? Tênis: do lado de fora da barraca, sem meias, desamarrados, com o calcanhar para dentro da lona, do numero maior para o numero menor, do lado esquerdo ( de quem está dentro da barraca); Roupas: todas dentro de sua mala, nenhuma peça para fora; Colchonetes: todos do lado direito ( de quem está dentro da barraca), um em cima do outro, formando só uma cama; Lixo: não preciso nem dizer.”Lixo no lixo”; Toalhas: a longarina, não é feita para pendura-las, faça seu varal e coloque-as lá; Malas: todas do lado esquerdo (de quem está dentro da barraca), do fundo para frente, da maior para menor. Existem, outros detalhes, esses são somente o básico. Arrume sua barraca, para que as visitas e você mesmo se sintam bem. Pois, não queres que a visita pense da mesma forma de que pensei: “Ninhos dos bichos”.

domingo, 24 de junho de 2007

Mundo Virtual

NOTA: Artigo de um dos nossos colaboradores. Grato e seja bem vinda ao nosso blogg!



Mundo Virtual



Certamente, a “escolha do paraíso” é algo pessoal e subjetivo, mas existem algumas características que são pertinentes ao senso comum de qualquer ser humano. Sexo, comida, exercícios e compras, entre outras atividades tidas como normal e rotineira, vêm se transformando na principal causa de preocupação de pessoas que se consideram “viciada” em algumas delas uma profusão de estímulos, geralmente na forma de imagens (TV, mídia, publicidade), bombardeia os indivíduos, que muitas vezes tem dificuldades de elaborá-los. “Sentimo-nos possuídos por uma excitação da qual não conseguimos dar conta”, palavras ditas por alguns. Apesar de sério, o assunto ainda não é visto como doença no meio médico, o que se pode afirmar é que a compulsão pelo computador e outros eletrodomésticos torna-se um vicio, como acontece com os entorpecentes, “É a mesma região do cérebro, o córtex-cerebral, que mexe com a impulsividade”. A pessoa fica impulsiva, além dos grupos de apoio, a ajuda a esses dependentes pode vir de psicólogos e psiquiatra. Às vezes, opta-se vir de psicólogos e psiquiatras, às vezes pelo uso de antidepressivos ou estabilizadores de humor. Como treinar, se comunicar, desenvolver esse novo ser, o que dizer para quem prefere o microondas, o forno elétrico, o computador; ao contato a natureza, ao papo descontraído, aquele acampamento com os amigos desbravadores, enfim, é impossível permanecer inerte frente às mudanças que são apresentadas pelo aparecimento do ambiente virtual. Mas por incrível que pareça ainda observamos a vontade de nos conservar humanos, realmente ser gente, como viver uma vida que agrada Deus? “Se me amais, guardareis os meus mandamentos” (João 14:15). Os homens, reconhecendo ou não, precisam da Bíblia; e, reconhecendo ou não, precisam tomar muito cuidado para obedecerem a Deus. Devemos lembrar que, muitas vezes, há uma grande diferença entre o que precisamos e o que achamos que precisamos.
Esta é a maneira que devemos proclamar o evangelho hoje. “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado” (Marcos).

Autora: Anonima

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Pobre dele? Não, de mim!


Pobre dele? Não, de mim!

Lendo uma matéria sobre a vasta região do Mato Grosso do Sul, passou-me uma idéia, e agora, quero transcrevê-la a vocês. A matéria falava sobre a triste situação que aquela região vive nesse momento, sem moradia, sem alimentação, sem direito a uma vida digna, que eles, os mato-grossenses, esta passando. O interessante, isso não é decorrente somente naquela região e sim em outras regiões do país, sobretudo, no sertão, no nordeste. Agora, faço um elo com uma outra situação. Conversando esses dias com um líder dos Desbravadores dessa região, pude ver como realmente são difíceis as coisas, mostrava-me fotos, que tristeza, vivem realmente em um estado desolador. Os clubes dessas longínquas regiões vivem, não somente em uma região vasta fisicamente, vivem também, em uma vasta situação emocional e psicológica. Mesmo com todas estas devastações, estão firmes, fortes e levando a mensagem do advento. Pergunto-me agora: Será que Deus esqueceu deles? Se não. Porque permite que isso ocorra? Como eu questiono Deus em dados momentos. Talvez, dessa posso tirar uma grande lição. Enquanto eles estão firmes, fortes em prol da causa do Senhor, mesmo sem uniforme, como pude saber pelo papo, mesmo sem tênis, mesmo vendendo o almoço para se alimentar na janta, estão a trabalhar. E nós, com tudo à mão, tudo facilitado, com uniformes impecáveis, com os vários tênis que temos, desperdiçando a comida do almoço. Às vezes, pensamos em parar, às vezes, dizemos que não temos mais tempo, às vezes, dizemos até mesmo, que Deus se esqueceu de nós. Que horror! Enquanto eu choro de barriga cheia, logo, sem motivo, eles, ficam alegres, mesmo com a vasta situação da vida. É nesses momentos que percebemos, vivemos na arrogância, de achar que tudo gira em torno de nosso umbigo. Sabe, o mais interessante, é que não paramos para perceber, e ainda digo, em meio a esta vasta situação de vida que eles passam, eu, você, nós, devastamos mais ainda estas vidas, digo por mim, e, talvez, você também contribua para isso. Conversa vai, conversa vem no Messenger, e eu vou, sem perceber, devastando o sonho dele. Enquanto, ele, mostra suas fotos, eu, mostro as minhas, de um lado, as penumbras da vida, sem o maior direito do homem, de uma boa vida, do outro, o esbanjar de tudo, e foto a foto, palavra a palavra, ele, vai percebendo que seus sonhos estão longe se realizar, digo, mais uma vez, devastando mais o quadro deles estamos. Pobre dele? Não. Pobre de mim, pobre de nós, que mesmo tendo as “regalias” da vida, ainda, não traçamos o alvo, não vestimos a camisa, de “Levar a mensagem do Advento a todo mundo em minha geração”, eles já à fazem a muito tempo do que nós, afinal, levamos sim, porem de forma grotesca, de forma vergonhosa, de uma superficialidade imaginável, em contrapartida, eles, que tanto devastamos de uma forma ou outra, tem em seus corações a chama mais do que acesa, vou longe, tem o vulcão em erupção de “Levar a mensagem do Advento a tudo mundo em minha geração".

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Colecionadores que somos

Colecionadores que somos

A vida é realmente fabulosa, incrível, que de alguma forma, somos todos, colecionadores. Colecionadores que somos, de momentos,
oportunos e mais ainda, de momentos importunos.
Ela (a vida) me proporciona tantos e tantos momentos inesquecíveis, que minha cabeça, já é um museu vivo.
Coleciono momentos, que para você, são tolices, mas que para mim, é a preciosidade de meu viver.
Coleciono: a chuva de folhas da chácara; a pouso da borboleta sob a pedra; as correntezas do riacho; o assoviar do vento em minha barraca; as mãos calejadas da cozinheira; o laurel, conquistado no ultimo campori; a barraca de um amigo inundada; pão seco, no desjejum, do clube à minha frente; as lagrimas de alegria, daquele conselheiro, que conquistara pela primeira vez a pontuação máxima; as chuvas infindáveis, dias antes do inicio do campori da DSA; abraço de despedida dos desbravadores, que se conhecerão no campori; o olhar de compaixão do Pr. Köhler; as palavras POWER, POWER, POWER no campori da DSA; enfim são tantos.
Colecionadores que somos de milhões de coisas, mesmos assim, ainda temos aqueles que não acredita que existe um Deus, que nas coisas mais comum da vida, mostra-nos que ainda manda e é dono de tudo.
Deixe de ser cético, pois queres prova maior do que nossas coleções.


Detalhes - I


Detalhes – I

Às vezes, de tanto não fazer nada, começo a lembrar dos detalhes, que sem perceber, fazem à diferença em um campori. Esta semana, escreverei sobre este pequeno detalhe (um dos vários) que no final faz uma grande diferença, que ao seu olhar, é inútil, é algo tão irrelevante, pois somente nos usurparão alguns pontos, entretanto a meu ver, são este e outros tantos detalhes que traz o laurel dos grandes vitoriosos. Dia de provas no campori, após um reforçado desjejum – para alguns – e um simples “pão com um copo de leite” para outros, saem o batalhão para as provas. Para alguns, é o dia que decidirá o rumo do clube, para outros é somente mais um dia, já que, eles vieram para só “participar” e não mostrar seu potencial. Como é difícil e suado conseguir os miseres pontos. Corre aqui, se inscreve lá, e logo, vamos superando as provas, que tanto nos preparamos antes. Em meio à turbulência, à espera de nossa vez, olhei para o lado e vi uma conselheira aos berros, falando para os membros de sua unidade: “-Vai, corre! Isso pega a corda, dá aquele nó. Isso! Por cima, agora, por baixo. Puxa! Vai, puxa, não, a outra ponta...” E lá, estava, ela (a conselheira) aos berros, como que não acreditasse em suas desbravadora, no que, a mesma estava executando. Depois de muitos minutos decorridos, a unidade terminará sua prova. “Ar de felicidade” – como se estivesse bom, com toda aquela demora – a unidade toda feliz, recebe seus pontos. Que alegria! Que satisfação! Uffa, conseguimos! E o tão desejado ponto, que no fim é somado, para assim, dar o padrão, categoria, seja como for à sua associação, é conquistado por todos. Decorrido, todo o dia de prova, a programação da noite. É hora de se recolher. É jus, nessa hora, que quero falar sobre este pequeno, porem, no fim o grande detalhe. Dá o primeiro toque, e aquele barulho - como se fosse um aglomerado de bichos, que grita para se comunicar – ainda continua. E não é que vejo aquela conselheira e suas unidade, passeando e brincando pela “rua” da área de acampamento. Até aí, tudo bem, afinal foi dado só o primeiro toque. Segundo toque. O barulho diminui, porem, ainda continua. Os desbravadores do meu clube, todos já dormindo em suas respectivas barracas. Precisei ir até a cozinha. A conselheira e suas meninas estavam ainda, cantando e fazendo anarquia dentro de sua barraca. Podre unidade! Mal sabiam elas, que naquele instante o fiscal (STAFF) estava usurpando os seus miseres pontinhos, que durante o dia conquistara. Detalhes! Espero que você, não seja como estas desbravadoras e muito menos esta conselheira, que não sabe agir com a cabeça. Será que você líder, pode ao menos começar ensinando dos detalhes? Pois se continuarmos a ter esses lideres inatos, que querem apenas se aparecer, veremos ainda por muitos e muitos camporis, os ‘abestalhados” conselheiros, que tanto treina, ensina, se mata nas provas, que, porem, peca e se perde nos mínimos detalhes. Alerta-vos, ainda, compreender o verdadeiro sentido de ser DESBRAVADOR.

Amor ao próximo


Amor ao próximo

Nós seres humanos, somos todos tolos, bem queira em alguma coisa ou outra, somos de alguma forma inerentes à tolice, inerentes de pensar que tudo está bom dessa ou daquela forma, inerentes a observar (enxergar) aquilo que só a nós provem, inerentes à pensar que o mundo gira em torno de nosso umbigo. Passando estes dias por uma praça, deparei-me com um jovem rapaz, cabisbaixo, com ar que tudo estava perdido, sem esperança, sem a quem recorrer naquele momento (quiçá), estava enfim jogado as traças no meio fio. O mais interessante é que aquele quadro que do qual me deparei é tão rotineiro, tão comum, quanto eu esvairá em meus pensamentos, entretanto, naquela manha fria, estava eu, mergulhado a observar tudo que se rodeia, acordara com a idéia de ao menos uma manha sobreviver ser induzido aos dogmas que a sociedade colocou e vem, dia-a-dia, colocando em nosso tão passageiro momento de vida na Terra. Estava disposto sim, a tirar lições que a vida me proporciona com as coisas corriqueiras da minha vida. Ao observar aquele quadro desolador, lembrei-me de um vídeo proposto e feito por Daniel Goldri, que traz por título: “Eu posso fazer melhor”. Agora, juntando como as palavras de Goldri e este lamentável quadro, minha mente desvairou, sobre o que tenho feito para melhorar este quadro. O que nós (às vezes achamos-nos melhor do que o jovem rapaz) tem feito para mudar, não só esta situação, mas outras tantas. Talvez você pense que ser DESBRAVADOR é somente vestir seu uniforme pra isso ou aquilo, é somente viver se preparando pra camporis, é somente freqüentar as reuniões, ir lá marchar, fazer nós, etc. Meus caros, ser DESBRAVADOR é transpassar os limites da vida, os meus limites. O que você faria nessa situação? Convidava-o para ir a igreja? Falava de Jesus pra ele? Tenho certeza que muitos fariam isto, em contrapartida, passava ao lado e nem mesmo se daria por conta que aquele ser, é igual a mim, que Cristo, morreu por ele também. O que te torna diferente dele? Um dos mandamentos de Deus é: “Amar ao próximo como a ti mesmo.” Você tem feito isto? Se pensar que guardar o sábado (somente) o levará para o céu. Permite-me lhes dizer, que não iras para o céu pesando e agindo dessa forma. O caminho que nos leva pra o céu é estreito, e jus faz nela, “Amar ao próximo como a ti mesmo”, faça a parte que lhe cabe nessa jornada. E agora, você que graças a Deus tem feito algo em prol, quero me dirigir a você e fazer minhas as palavras de Goldri, “EU POSSO FAZER MELHOR”. Como? Atente ao seu redor e veraz a resposta, naquela manha fria, Deus me proporcionou a resposta, bastou eu atentar. Atente você também para encontrar esta resposta. Pense, reflita e veja que a grandeza para trilhar o estreito caminho está a um palmo da sua face.

COZINHA


COZINHA


Após um bom, gostoso e apetitivo almoço de sábado do acampamento, assentei-me sob uma árvore que proporcionava uma vista maravilhosa para as montanhas, pus-me a refletir sobre o que escreveria esta semana, vislumbrando as montanhas que me separa por um rio, veio em minha mente a triste lembrança de um campori. Ah, com é triste lembrar e saber que infelizmente verei ainda por alguns camporis esta situação - isso dependerá da sua força de vontade – A triste lembrança que tive, é quando vejo em todos os camporis as cozinhas montadas (ou feita lá) pelos clubes. Infelizmente nos deparamos de um lado enormes e bonitas cozinhas, verdadeiros restaurantes, e do outro, aquelas “cozinhas” (se assim pode ser chamado) feita de bambu, um plástico preto (inadmissível), levanta aqui, estica lá e pronto a “cozinha” esta montada. Frente a esta imagem terrível de um campori, pergunto: Onde esta o diretor que permite que isto aconteça? Será que este diretor sabe que seus desbravadores não são bichos, para comer em um lugar assim (se é que tem cadeiras)? Será que ele se sente confortável em um ambiente desse? Espero sinceramente que não há diretor que pense dessa forma, “que está tudo perfeito”. Meu Deus! Quero não acreditar nisso, más quando vejo estas discrepâncias no campori, percebo que temos sim, uns que pensa e age dessa maneira. Fico tão revoltado com isso. Tu podes esta achando que eles não fazem por querer e sim, porque as condições financeiras do clube não permitem. Sinto muito, pensa totalmente errado. Os clubes que não tem uma cozinha digna - não precisam ser restaurantes - para oferecer aos seus membros, é clube que não vai a luta. Comem em barracos porque querem. Hora, não sejamos tolos em pensar que eles não têm condições, isso é tão real pra eles, quanto pra qualquer um, no entanto existem aqueles que pensam: “Eu não tenho condições, mas alguém tem e pode me ajudar.” Você LIDER, vá à LUTA pelo clube, vista a camisa de verdade. Ir a luta é correr atrás de apoio, é vender aqui pra investir ali. Ir a luta é guerrear de todas as maneiras e com todas as armas, uma delas orar, é transpor montanhas, rios, vales ou quaisquer obstáculos – Quem foi que disse que ser líder é fácil? – Para finalizar, um provérbio Chinês: “Uma jornada, (...) começa com um simples passo.” Dê você o seu passo em busca da sua cozinha. Vá à luta, seja um verdadeiro DESBRAVADOR.

terça-feira, 19 de junho de 2007

Competir pra que?


NOTA : Bom, antes de tudo, quero salientar que escrevo afim de demonstrar uma outra face desse tema tão abrangente e que do qual poderia decorrer linhas e linhas.

COMPETIR PRA QUE?

Analisando as atitudes de certos clubes do Brasil, uma vez que um clube é reflexo de sua direção, tenho notado a cada dia mais e mais clubes desmotivados, parados, sem força e esquecendo o verdadeiro sentido de ser desbravador, em contrapartida, vemos a avalanche de clubes com força, magnitude e muito aquém desses que acabara de referir, sabe enfim, o que é ser um CLUBE DE DESBRAVADOR. Refletindo sobre o que estaria acontecendo com estes diretores, ou melhor, com esta diretoria, veio-me uma hipótese. Muito se tem falado em competição entre clubes. Não seria talves este o entrave dos clubes que inerentes estão com o passar do tempo à extinção? Após muito pensar, chego a uma conclusão que pode sim, ser decorrência disso e de outros tantos fatores que tem levado os clubes ao fracasso. Vejamos bem se estou certo! Somos um grupo formado por sua maioria de adolescentes de 10 a 15 anos, pois bem, para primeiro se dar ao luxo (ou sei lá como poderia colocar) de dirigir um clube, o diretor deveria entender um pouco de psicologia. O psicólogo JEAN PIAGET, coloca-nos assim sobre este ponto, “(...)observou no comportamento adolescente, (...) a necessidade da competição (...)”, hora, se PIAGET assim descreve sobre a psicologia de um adolescente, logo, algo existe de errado. Não estariam então estes diretores errados ao pensar que não deve existir competição entre nós? Haja visto que os clubes que estão se dizimando pelo país, são todos reflexo de uma diretoria, que pensa: “ competir não é nosso alvo e sim participar”. Toda vez que um campori se aproxima, começa-se a hastear a bandeira contra a competição, com coisa que os clubes “bom da boca” liga pra isso. Você já parou pra pensar, que clubes que tem sempre em mente COMPETIR, são a potencia entre nós? Porque será? Será que querem apenas se mostrar? Será talvez humilhar os outros? A resposta é simples: NÃO, eles não pensa assim dessa forma como muitos colocam – sobre tudo aqueles diretores que levantam a bandeira “ competir não é nosso alvo e sim participar”- repare, que diretores que pensa dessa forma sempre conduz o clube ao fracasso, torno a dizer, aqueles que tem um desejo ardente de competir são e estão sempre na frente! É realmente ao ler está você deve estar pensando que loucura, não é isso, não é aquilo, talves você faça parte desse grupo de diretores que pensa dessa forma, sinto-me no privilégio de alertar-los que não chegarão se quer ao próximo campori da DSA com seu clube, pois provavelmente estarás no índice que cresce dia a dia dos clubes que estão simplesmente desistindo. Não seria eloqüente afirmar tal? Talvez sim, talvez não. Uma coisa pode perceber que aqueles a favor de não existir competição entre nós, são diretores cheios de Dogmas. Hora está, agora ele fala de dogmas? Sim, dogmas que sem perceber foi introduzido na vã sociedade que infelizmente vivemos e temos que conviver – a se depender de alguns isso pode mudar – começando por você que talves pensa e haja dessa forma que competir não leva a nada. Aqueles que pensam que competir não leva a nada, sinceramente, são pessoas frustradas, que nunca conseguiu ganhar alguma coisa e transpassa esse sentimento para o clube. A liderança da igreja ao menos poderia atentar-se ao escolher um diretor, que ele não seja preso a dogmas, que de forma sutil passa para seus liderados. Atentai pastores, onde estão colocando uma pessoa pra dirigir o futuro da igreja! Mudar e mudar o verdadeiro pensamento de ser um CLUBE DE DESBRAVADOR
é preciso.
Em suma, COMPETIR é preciso caro diretor, pois precisamos mostrar pra nós mesmos que podemos e somos capazes, e nada mais é importante na vida, aprender a ganhar e a perder!

PS.: Fica aqui o manifesto de um desbravador que está cansado de perder e perder, eu preciso e almejo ganhar um dia e isso tem que partir da minha LIDERANÇA.

PSS.: Posso estar errado em meu ponto de vista, entretanto deixo aqui uma frase do ilustríssimo filósofo Arquimedes. “Dê-me um ponto de apoio fixo e eu faço a Terra mover-se”.