
Pobre dele? Não, de mim!
Lendo uma matéria sobre a vasta região do Mato Grosso do Sul, passou-me uma idéia, e agora, quero transcrevê-la a vocês. A matéria falava sobre a triste situação que aquela região vive nesse momento, sem moradia, sem alimentação, sem direito a uma vida digna, que eles, os mato-grossenses, esta passando. O interessante, isso não é decorrente somente naquela região e sim em outras regiões do país, sobretudo, no sertão, no nordeste. Agora, faço um elo com uma outra situação. Conversando esses dias com um líder dos Desbravadores dessa região, pude ver como realmente são difíceis as coisas, mostrava-me fotos, que tristeza, vivem realmente em um estado desolador. Os clubes dessas longínquas regiões vivem, não somente em uma região vasta fisicamente, vivem também, em uma vasta situação emocional e psicológica. Mesmo com todas estas devastações, estão firmes, fortes e levando a mensagem do advento. Pergunto-me agora: Será que Deus esqueceu deles? Se não. Porque permite que isso ocorra? Como eu questiono Deus em dados momentos. Talvez, dessa posso tirar uma grande lição. Enquanto eles estão firmes, fortes em prol da causa do Senhor, mesmo sem uniforme, como pude saber pelo papo, mesmo sem tênis, mesmo vendendo o almoço para se alimentar na janta, estão a trabalhar. E nós, com tudo à mão, tudo facilitado, com uniformes impecáveis, com os vários tênis que temos, desperdiçando a comida do almoço. Às vezes, pensamos em parar, às vezes, dizemos que não temos mais tempo, às vezes, dizemos até mesmo, que Deus se esqueceu de nós. Que horror! Enquanto eu choro de barriga cheia, logo, sem motivo, eles, ficam alegres, mesmo com a vasta situação da vida. É nesses momentos que percebemos, vivemos na arrogância, de achar que tudo gira em torno de nosso umbigo. Sabe, o mais interessante, é que não paramos para perceber, e ainda digo, em meio a esta vasta situação de vida que eles passam, eu, você, nós, devastamos mais ainda estas vidas, digo por mim, e, talvez, você também contribua para isso. Conversa vai, conversa vem no Messenger, e eu vou, sem perceber, devastando o sonho dele. Enquanto, ele, mostra suas fotos, eu, mostro as minhas, de um lado, as penumbras da vida, sem o maior direito do homem, de uma boa vida, do outro, o esbanjar de tudo, e foto a foto, palavra a palavra, ele, vai percebendo que seus sonhos estão longe se realizar, digo, mais uma vez, devastando mais o quadro deles estamos. Pobre dele? Não. Pobre de mim, pobre de nós, que mesmo tendo as “regalias” da vida, ainda, não traçamos o alvo, não vestimos a camisa, de “Levar a mensagem do Advento a todo mundo em minha geração”, eles já à fazem a muito tempo do que nós, afinal, levamos sim, porem de forma grotesca, de forma vergonhosa, de uma superficialidade imaginável, em contrapartida, eles, que tanto devastamos de uma forma ou outra, tem em seus corações a chama mais do que acesa, vou longe, tem o vulcão em erupção de “Levar a mensagem do Advento a tudo mundo em minha geração".
Lendo uma matéria sobre a vasta região do Mato Grosso do Sul, passou-me uma idéia, e agora, quero transcrevê-la a vocês. A matéria falava sobre a triste situação que aquela região vive nesse momento, sem moradia, sem alimentação, sem direito a uma vida digna, que eles, os mato-grossenses, esta passando. O interessante, isso não é decorrente somente naquela região e sim em outras regiões do país, sobretudo, no sertão, no nordeste. Agora, faço um elo com uma outra situação. Conversando esses dias com um líder dos Desbravadores dessa região, pude ver como realmente são difíceis as coisas, mostrava-me fotos, que tristeza, vivem realmente em um estado desolador. Os clubes dessas longínquas regiões vivem, não somente em uma região vasta fisicamente, vivem também, em uma vasta situação emocional e psicológica. Mesmo com todas estas devastações, estão firmes, fortes e levando a mensagem do advento. Pergunto-me agora: Será que Deus esqueceu deles? Se não. Porque permite que isso ocorra? Como eu questiono Deus em dados momentos. Talvez, dessa posso tirar uma grande lição. Enquanto eles estão firmes, fortes em prol da causa do Senhor, mesmo sem uniforme, como pude saber pelo papo, mesmo sem tênis, mesmo vendendo o almoço para se alimentar na janta, estão a trabalhar. E nós, com tudo à mão, tudo facilitado, com uniformes impecáveis, com os vários tênis que temos, desperdiçando a comida do almoço. Às vezes, pensamos em parar, às vezes, dizemos que não temos mais tempo, às vezes, dizemos até mesmo, que Deus se esqueceu de nós. Que horror! Enquanto eu choro de barriga cheia, logo, sem motivo, eles, ficam alegres, mesmo com a vasta situação da vida. É nesses momentos que percebemos, vivemos na arrogância, de achar que tudo gira em torno de nosso umbigo. Sabe, o mais interessante, é que não paramos para perceber, e ainda digo, em meio a esta vasta situação de vida que eles passam, eu, você, nós, devastamos mais ainda estas vidas, digo por mim, e, talvez, você também contribua para isso. Conversa vai, conversa vem no Messenger, e eu vou, sem perceber, devastando o sonho dele. Enquanto, ele, mostra suas fotos, eu, mostro as minhas, de um lado, as penumbras da vida, sem o maior direito do homem, de uma boa vida, do outro, o esbanjar de tudo, e foto a foto, palavra a palavra, ele, vai percebendo que seus sonhos estão longe se realizar, digo, mais uma vez, devastando mais o quadro deles estamos. Pobre dele? Não. Pobre de mim, pobre de nós, que mesmo tendo as “regalias” da vida, ainda, não traçamos o alvo, não vestimos a camisa, de “Levar a mensagem do Advento a todo mundo em minha geração”, eles já à fazem a muito tempo do que nós, afinal, levamos sim, porem de forma grotesca, de forma vergonhosa, de uma superficialidade imaginável, em contrapartida, eles, que tanto devastamos de uma forma ou outra, tem em seus corações a chama mais do que acesa, vou longe, tem o vulcão em erupção de “Levar a mensagem do Advento a tudo mundo em minha geração".
